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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Como evitar um Vírus e proteger seu micro-computador

Como evitar um Vírus e proteger seu micro-computador
Existem vacinas para os vírus de computador. São os softwares antivírus, que podem ser usados também como um antídoto em máquinas já infectadas. Existem vários programas no mercado, que são atualizados constantemente. Antes de comprar um ou baixar uma versão da Internet, verifique se o software é certificado pelo ICSA (International Computer Security Association), uma entidade mundial que testa e aprova a qualidade dos softwares antivírus e de outros programas de segurança.

Para manter o seu micro protegido, alguns passos devem ser sempre seguindos:
• Mantenha seu Sistema Operacional sempre atualizado.
• Tenha um Anti-Vírus, e o mantenha sempre atualizado.
• Atualize os principais programas de acesso a internet (Navegadores, Clientes de e-mails, Mensageiros instantâneos).
• No caso do Windows, nunca abra arquivos anexos com extensões (.exe, .bat, .scr, .com, .pif, etc).

Práticas Adicionais de Computação Segura
Suspeite de anexos de e-mail provenientes de origens desconhecidas. Abrir ou executar estes anexos é como "aceitar carona de estranhos". Os vírus mais recentes podem enviar mensagens de e-mail que parecem ter sido enviadas por pessoas que você conhece. Alguns sinais de advertência:
Você costuma receber e-mail desta pessoa?
Neste caso, esta pessoa normalmente usa frases como "Read me NOW!!" URGENT!!!? O seu sistema de e-mail formata as linhas de assunto para "Mensagem importante de "? Se o corpo do e-mail informar "Aqui está o documento solicitado" ou "aqui estão as informações solicitadas", você realmente solicitou alguma coisa?

Downloads de Arquivo
Os Bulletin Board Systems (BBS) e a Internet são uma fonte de informações, arquivos e programas praticamente inesgotável. Infelizmente, qualquer arquivo postado publicamente pode estar infectado por um vírus. Minimize o risco de infecção verificando arquivos enquanto faz o download. Além disso, certifique-se de que a Auto-Proteção esteja sempre em execução no seu computador e que as suas definições de vírus estejam atualizadas.

Práticas Adicionais de Computação Segura
Use o seu bom senso. Se um arquivo ou programa parecer muito bom para ser verdade, provavelmente é.
Muitos dos vírus mais perigosos (incluindo o Melissa) foram originalmente obtidos por download de grupos de notícias, sites ou grupos de usuários pornográficos.

Evitar e se Preparar para Perda de Dados
Fazer um backup de seus arquivos é como passar fio dental nos dentes. Exige tempo. Pode parecer inútil. Mas como dizem os dentista, "Não passe o fio dental em todos os dentes, só nos que você quer manter". Só é preciso uma grande perda de dados para que você se arrependa de não ter feito o backup de seus arquivos.
Portanto, faça o backup de seus arquivos de dados mais importantes regularmente. Mantenha a mídia - disquete, Zip, Jax ou fita - em um local seguro e proteja-a contra gravação.
"Os vírus de PC pertencem a uma dessas três principais categorias: vírus de programa (ou parasitário), vírus de setor de boot e vírus de macro.
• Os vírus de programa infectam arquivos de programa. Esses arquivos normalmente têm extensões como .COM, .EXE, .OVL, .DLL, .DVR, .SYS, .BIN e, até mesmo, .BAT. Exemplos de vírus de programa conhecidos são Jerusalem e Cascade.
Os vírus de Programa são os vírus que mais danos causam, eles atacam os arquivos executáveis, muitas vezes sobrescrevendo o código original, causando danos - quase sempre - irreparáveis.

A única maneira de ser infectado por este tipo de vírus é rodando um arquivo já infectado no seu computador. Várias fontes podem ter sido a origem do arquivo infectado: Internet, Rede Local, BBS, um disquete. Não importa, após você rodar o arquivo infectado o vírus se ativa, em geral se torna residente em memória, e passa a contaminar outros executáveis, seja os que são executados após o vírus ser ativado, ou mesmo os arquivos que estão no diretório atual, ou ainda nos novos disquetes que você inserir à partir daí nos seus drives.

Alguns vírus de programa geram "arquivos companheiros" (do inglês Companion Files), isto é, para um certo arquivo XPTO.EXE eles criam um companheiro de mesmo nome mas com a extensão .COM (que o DOS sempre executa primeiro.

A partir do aumento da eficácia dos programas anti-vírus, que foram aparecendo ao longo do tempo, os criadores de vírus foram utilizando diversas técnicas para camuflar seus pequenos rebentos, entre as quais podemos citar:
- o POLIMORFISMO (onde o código do vírus se altera constantemente): Têm como principal característica o fato de estar sempre em mutação, ou seja, esse vírus muda ao criar cópias dele mesmo , alterando seu código. Mas, os clones são tão funcionais quanto seu original, ou mais. O objetivo da mudança é tentar dificultar a ação dos antivírus, criando uma mutação, algo diferente daquilo que a vacina procura.

- a ENCRIPTAÇÃO (onde o código do vírus é encriptado): Nesses é muito difícil a ação da vacina.

- a INVISIBILIDADE (técnica de STEALTH, onde o código do vírus é removido da memória): Têm a capacidade de, entre outras coisas, temporariamente se auto remover da memória, para escapar da ação dos programas anti-vírus.
• Os vírus de setor de boot infectam a área do sistema de um disco - ou seja, o registro de inicialização em disquetes e discos rígidos. Todos os disquetes e discos rígidos (incluindo discos com dados apenas) contêm um pequeno programa no registro de inicialização que é executado quando o computador é iniciado. Os vírus de setor de boot anexam-se a esta parte do disco e são ativados quando o usuário tenta iniciar a partir do disco infectado. Quando um computador é iniciado, uma das primeiras coisas que ele precisa fazer é examinar uma parte especial do seu disco rígido (ou disquete se estiver na unidade de disquete) para ler informações ou códigos sobre como inicializar. Isto é o setor de inicialização. Quando a máquina é iniciada e lê este código especial, ela também "carrega" parte deste código na RAM (memória).

Quando um vírus de setor de inicialização infecta o setor de inicialização da unidade, esta parte do código é substituída pelo vírus ou coexiste ele. Quando o computador infectado é inicializado, ele carrega não só o código normal "limpo", mas também o código virótico. Quando o vírus é carregado na memória, sempre que você tenta acessar um disquete na sua unidade de disquete, este vírus residente na memória verifica se o código está no disquete. Se estiver, nada acontece. Mas se o disquete ainda não estiver infectado, o vírus grava uma cópia dele mesmo nos setores de inicialização do disquete. Se alguém deixar este disquete na unidade de disquete na próxima vez em que o computador for inicializado, o vírus será carregado na memória e recomeçará o processo.

Exemplos de vírus de setor de boot são Form, Disk Killer, Michelangelo e Stoned. (Outra classe de vírus, conhecida como vírus multiparticionados, infecta os registros de boot e os arquivos de programa).

Que acontecerá se você inicializar com um disquete infectado, mas a sua máquina não estiver infectada?
Se você reiniciar um computador usando um disquete infectado, mas a própria máquina estiver limpa, quando este vírus é carregado na memória, ele verifica os setores de inicialização da unidade de disco rígido local para ver se existe uma cópia dele mesmo. Caso contrário, ele copiará a si próprio no setor de inicialização da unidade de disco rígido e infecta a máquina.

Quais São os Riscos dos Vírus de Setor de Inicialização?
Embora os vírus do setor de inicialização não estejam recebendo tanta atenção quanto os vírus de macro, eles ainda dão trabalho. Da mesma forma como você deve tratar toda arma como se estivesse carregada, trate todo disquete como se estivesse infectado. Como os vírus de setor de inicialização se espalham através de disquetes e CDs inicializáveis, todo disquete e CD deverá ser verificado quando à existência de vírus. Softwares compactados, discos de demos de fornecedores e software de teste NÃO são exceções a esta regra. Já foram localizados vírus, até mesmo, em software comercializados no varejo.

Além disso, tenha cuidado com discos utilizados no computador de casa ou no laboratório de informática da escola. É sempre possível que, nestes locais, a proteção antivírus tenha sido desativada e o disquete possa estar infectado. Se este disquete não for verificado, ele pode infectar o ambiente de trabalho também. Atualize as suas definições de vírus, pelo menos, uma vez por semana e ajuste o NAV para verificar todos os disquetes no acesso e ao desligar.

Como Evitar Vírus de Setor de Inicialização ?
- Evite deixar um disco flexível no computador quando desligá-lo. Na reinicialização, o computador tentará ler a unidade de disquete e é neste momento que o vírus de setor de inicialização pode infectar o disco rígido.
- Sempre proteja seus disquetes contra gravação depois de terminar de gravar neles.
• Os vírus de macro infectam os arquivos dos programas Microsoft Office Word, Excel, PowerPoint e Access. Variações mais recentes também estão aparecendo em outros programas. Todos estes vírus usam a linguagem de programação interna do programa, que foi criada para permitir que os usuários automatizem determinadas tarefas neste programa.

A simples abertura do documento pode ativar tal vírus. Quando a macro é ativada (em geral é a macro AutoOpen - tipo de Autoexec das macros) os comandos nela existente se auto copia, além que qualquer outra macro que o vírus necessite, em geral para a memória e em muitas vezes para o MODELO global do Word, o arquivo NORMAL.DOT, donde o vírus contaminará qualquer novo documento que for criado, ou qualquer documento que for aberto.

À partir deste momento os vírus de Macro tentam se disseminar para outros documentos, seja através da troca de disquetes, seja pela Rede Local, ou mais recentemente pelas mensagens de E-mail da Internet.
Documentos são muito móveis, muito mais que arquivos executáveis, passando de mão-em-mão (e portanto de máquina em máquina) entre colegas de trabalho, amigos e outras pessoas, que ao escreverem, editarem, ou simplesmente lerem tais arquivos se contaminarão pelo vírus de Macro. Tal característica causa uma verdadeira epidemia - em pouquíssimas horas - dentro de pequenas ou grandes empresas.
Devido à facilidade com que estes vírus podem ser criados, existem milhares deles espalhados. Atualmente pelo menos 60% dos novos vírus descobertos no mundo são do tipo Vírus de Macro.  Fonte: www.conteudoglobal.com
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Acredite em você!
Não importa do que é o mundo O importante, são os seus sonhos...
Não importa o que você é O importante é o que você quer ser...
Não importa onde você está O importante é para onde você quer ir...
Não importa o porquê O importante é o querer...
Não importa suas mágoas O importante mesmo, são suas alegrias...
Não importa o que você já passou O passado guarde na sua lembrança...
Não veja; apenas olhe...
Não escute; apenas ouça...
Não toque; sinta...
O mundo é um espelho; não seja apenas um reflexo
Só acreditando no futuro você conseguirá a paz para alcançar seu sonhos...
Afinal, o que importa?
Você importa...
Você é perdedor ou vencedor?
Quando um vencedor comete um erro, diz: "Eu errei!"
Quando um perdedor comete um erro, diz: "Não foi minha culpa."
Um vencedor trabalha duro e tem mais tempo.
Um perdedor está sempre "muito ocupado" para fazer o que é necessário.
Um vencedor enfrenta e supera o problema. Um perdedor dá voltas e nunca consegue resolvê-lo.

Um vencedor se compromete.
Um perdedor faz promessas.
Um vencedor diz: "Eu sou bom, porém não tão bom como gostaria de ser."
Um perdedor diz: "Eu não sou tão ruim como tantos outros." Um vencedor escuta, compreende e responde.

Um perdedor somente espera uma oportunidade para falar.
Um vencedor respeita aqueles que são superiores a ele e trata de aprender algo com eles.
Um perdedor resiste àqueles que são superiores a ele e trata de encontrar seus defeitos.
Um vencedor se sente responsável por algo mais do que somente o seu trabalho.

Um perdedor não colabora e sempre diz: "Eu somente faço o meu trabalho."
Um vencedor diz: "Deve haver melhor forma de fazê-lo..."
Um perdedor diz: "Esta é a maneira que sempre fizemos."
Afinal, você é um vencedor ou um perdedor?

Pense nisso!
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Como deixar de pagar imposto sobre telefonia celular e fixa no Brasil.

Como deixar de pagar imposto sobre telefonia celular e fixa no Brasil.

A carga tributária sobre serviços de telecomunicações no Brasil é uma das mais altas do mundo. As Unidades da Federação tributam os serviços de telecomunicações com alíquotas que vão de 25% a 35%. Essas alíquotas, todavia, são bem superiores porque o tributo está incorporado na sua própria base de cálculo.

No caso da menor alíquota, 25%, para uma conta de valor total de R$ 100, tem-se R$ 25 de ICMS. Portanto, o valor líquido do serviço é de R$ 75. Ou seja, tem-se R$ 25,00 de imposto sobre um serviço de R$ 75 – isto é, a alíquota real é de 33,33%. No caso da alíquota de 35%, a mesma conta leva a que a alíquota real seja de 53,84%.

A carga é ainda maior, pois o PIS e a Cofins também integram a sua própria base de cálculo, ou seja e incidem sobre o ICMS, e vice-versa. Dessa maneira, quando se combinam as alíquotas desses três tributos, o resultado real sobre o valor líquido dos serviços varia de 40,15% (nos estados onde o ICMS é de 25%) a 63% (onde o ICMS é de 35%).

Além desses impostos há ainda a carga representada pelos fundos setoriais específicos de telecomunicações: o Fistel (Fundo de Fiscalização), o Fust (Fundo de Universalização) e o Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico), que representam cerca de 5% da receita líquida anual das empresas de telecomunicações.

Essa elevada carga tributária teve origem ainda na década de 1960, quando foi instituída a sobretarifa do FNT – Fundo Nacional de Telecomunicações, que chegava a 30% do valor das chamadas interurbanas e internacionais. Na década seguinte, os recursos do FNT passaram a ser desviados para o FND (Fundo Nacional de Desenvolvimento), e algum tempo depois o FNT foi extinto. Mas a tributação continuou, então sob o título de ISSC (Imposto Sobre Serviços de Comunicações), e depois, com a Constituição de 1988, com o ICMS.

Essa realidade ainda afasta uma parte da população dos benefícios do telefone e impede uma maior penetração – ou uma mais ampla universalização – dos serviços no Brasil, que tributa os serviços de telecomunicações com alíquotas iguais ou superiores às aplicadas a armas e munições, perfumes e cosméticos, bebidas alcoólicas, embarcações de esporte e de recreio, cigarros e charutos. Fonte: http://www.acel.org.br/005/00502001.asp?ttCD_CHAVE=18679

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Você conhece a Clorofila da Alfafa?


Você conhece a Clorofila da Alfafa?
Olá,
 
A clorofila é o pigmento verde das plantas.
É rica em magnésio, ferro, cobre e potássio. Devido a essas altas taxas de minerais ela possui o poder de limpar os tecidos intestinais, melhorar a absorção do oxigênio do ferro e a eliminar os resíduos do metabolismo, nutrindo e purificando o sangue.
Por sua capacidade cicatrizante e restauradora dos tecidos, promove velocidade na recuperação das contusões e queimaduras.
Por ser rica em proteínas é um bom fortificante, contra o raquitismo. Contém várias vitaminas entre elas as vitaminas A1, B2 e C, além de minerais como potássio, magnésio, fósforo e cálcio.
É eficaz no tratamento de anemias, ausência de ferro, auxilia a circulação sangüínea protegendo-a de hemorragias. O seu chá tomado em jejum recalcifica os ossos e combate o raquitismo, calmante, combate o excesso de uréia, é recomendada na alimentação como salada, para combater escorbuto, falta de apetite, má digestão, úlceras nervosas, cistite, reumatismo e artrite.


Há várias formas de usá-la na alimentação como salada com tempero ou não, chá, sempre deve ser feito da folha seca. Secar na sombra, senão murcha e perde qualidade terapeuticas. Tomar um copo de chá durante 4 dias por semana. Intercalar e repetir a dose outras vezes, normalmente antes do almoço ou refeições.
Devido às propriedades benéficas que este alimento pode trazer ao organismo humano, é caracterizado como alimento funcional.
Outra propriedade interessante é que a clorofila tem a capacidade de desodorizar o corpo, reduzindo o mau hálito e outros odores orgânicos.
Os atletas consomem devido a sua ação desintoxicante e fortalecimento do sistema circulatório e músculo cardíaca.



Pesquisas recentes têm demonstrado que a introdução desta na alimentação previne e/ou reduz a anemia, o risco de câncer hepático, tem ação desintoxicante e depurativa, age contra os radicais livres e auxilia na manutenção de taxas normais de glicose e colesterol.


O suco de clorofila é a grande novidade em matéria de sucos naturais, considerada por muitos pesquisadores como a fonte de nutrição mais balanceada do planeta.
Seus 103 nutrientes, entre vitaminas, proteínas e sais minerais trazem benefícios indiscutíveis. O trigo contém mais vitamina A do que uma cenoura, possui vitamina E (ajuda na prevenção de radicais livres, elementos responsáveis pelo envelhecimento) além de conter todo complexo B (favorece a regeneração celular).
No broto de trigo encontram-se alguns minerais importantes como o Magnésio (alivia o stress) e o Potássio (tonifica os músculos e enrijece a pele). O consumo destes nutrientes vitais melhora sua disposição porque ajudam a repor energia.


Descoberto pelos engenheiros bioorgânicos, o suco de clorofila é um milagre natural. Beber um copo por dia equivale suprir toda a carência de alimentos verdes que um ser humano precisa.
A maior parte dos alimentos industrializados é pobre em elementos bioorgânicos e não contribui em nada para o organismo. Ao contrário, geram mais oxidação e envelhecimento precoce, resultando em ausência de tônus, baixa energia, cabelos brancos, pele ressecada e aspecto
cansado. Imagine nosso organismo como uma máquina e os alimentos como o combustível necessário para fazer esta máquina funcionar.


O suco de clorofila serve como um aditivo que vai permitir o melhor funcionamento da máquina humana, desarmando e carregando o material tóxico para fora das células. Segundo pesquisas americanas a clorofila combate o crescimento de tumores, principalmente os pulmonares. Atua sobre glândulas endócrinas, evitando os tumores linfáticos e enriquecendo o sangue, além de liberar as artérias entupidas.
O poderoso suco vem sendo utilizado também como tratamento alternativo para o câncer devido à presença da raríssima vitamina B-17 em sua composição.
Mais importante do que suas propriedades de cura e regeneração, o suco de clorofila é uma ferramenta indispensável para a manutenção de um corpo saudável e equilibrado. O consumo diário de clorofila promove uma simbiose de nutrientes capazes de desintoxicar o corpo humano, aumentando a oxigenação celular e prevenindo as doenças do mundo moderno.
Segundo o cientista japonês Dr. Yoshihide Hagiwara, quando um ser humano ingere clorofila ocorre uma reposição molecular de magnésio para ferro. Em outras palavras, quando o "sangue da planta" é absorvido por humanos, este se transforma em sangue humano que transporta nutrientes para todas as células do sangue.


Você Sabia?
Por possibilitar a renovação celular, a clorofila já chegou a ser comparada à fonte da juventude. Ela traz energia e disposição, regula quase todos os sistemas do organismo e promete uma vida mais saudável em todos os sentidos.
A nutricionista Bianca Gerbassi compara a clorofila de hoje com a soja de ontem, já que "há trinta anos atrás, quando algumas pessoas defendiam as propriedades terapêuticas da soja, ninguém acreditava".
Da mesma forma, a clorofila hoje aguarda os resultados científicos para ter suas propriedades reconhecidas.
Mas quem quiser já pode adiantar-se à ciência e experimentar os benefícios do extrato verde, pois não há nada a perder. "A clorofila não possui contra-indicações, pois por ser um alimento não apresenta efeitos colaterais", afirma Bianca. Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfafa



BENEFÍCIOS DO SUCO DE CLOROFILA PARA A BELEZA E SAÚDE:



  • Delicioso e refrescante suco de clorofila com sabor de menta,

  • Fornece ferro para os órgãos,

  • Combate a halitose,

  • Ajuda aliviar irritação na garganta,

  • Faz uma varredura de radicais livres,

  • Contribui para absorção de oxigênio e ferro,

  • Fortalece o sistema circulatório e do músculo cardíaco,

  • Possui ação desintoxicante e depurativa,

  • Reduz a anemia,

  • Auxilia na regularização da função intestinal,

  • Auxilia no tratamento de hipertensão arterial,

  • Desintoxica o organismo,

  • Ajuda a purificar o fígado,

  • Ajuda no tratamento da hepatite,

  • Regula a menstruação,

  • Ajuda os hemofílicos,

  • Ajuda a reduzir o açúcar no sangue,

  • Ajuda ao superar problemas do envelhecimento auxiliando a produção dos harmônios sexuais,

  • Melhora as crises de asma,

  • Protege a célula hepática,

  • Dá força, saúde e bem estar,

  • Ducha para infeções vaginais,

  • Aumenta o teor de ferro no leite materno,

  • Ajuda a curar ferimentos com mais rapidez,

  • Limpa os dentes e gengiva na piorréia,

  • Elimina o mau hálito e desodoriza o organismo,

  • Melhora as varizes por revitalizar o sistema vascular das pernas.

Para maiores informações a respeito dos produtos ou da oportunidade, favor entrar em contato.
Aprenda a bloquear seu celular: Truque anti-roubo e perda! Veja aqui
:
http://clubecell.groups.live.com/


Sucessos
paulozambroza@hotmail.com
Fones: (21) 3903-4744 ou 8783-0215


sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Pesquisa do SEBRAE afirma que empresas fecham em menos de dois anos no mercado.

Pesquisa do SEBRAE afirma que empresas fecham em menos de dois anos no mercado.
Veja o video: http://br.video.yahoo.com/watch/1654630/5584856



As pequenas e micro-empresas do Brasil já podem contar com o programa de "marketing de incentivos" do http://www.clubecell.com.br/?1988 e garantir uma renda de até/mais de R$7.000,00 mensais para cobrir as depesas fixas: (aluguél, telefone, água, luz, folha de pagamentos, impostos) e até a melhora de seu negócio. Fale comigo: paulozambroza@yahoo.com.br ou (21) 3903-4744 ou 8783-0215

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Império do Conumo

O Império do Consumo

 

Eduardo GaleanoA explosão do consumo no mundo atual faz mais barulho do que todas as guerras e mais algazarra do que todos os carnavais. Como diz um velho provérbio turco, aquele que bebe a conta, fica bêbado em dobro. A gandaia aturde e anuvia o olhar; esta grande bebedeira universal parece não ter limites no tempo nem no espaço. Mas a cultura de consumo faz muito barulho, assim como o tambor, porque está vazia; e na hora da verdade, quando o estrondo cessa e acaba a festa, o bêbado acorda, sozinho, acompanhado pela sua sombra e pelos pratos quebrados que deve pagar. A expansão da demanda se choca com as fronteiras impostas pelo mesmo sistema que a gera. O sistema precisa de mercados cada vez mais abertos e mais amplos tanto quanto os pulmões precisam de ar e, ao mesmo tempo, requer que estejam no chão, como estão, os preços das matérias primas e da força de trabalho humana. O sistema fala em nome de todos, dirige a todos suas imperiosas ordens de consumo, entre todos espalha a febre compradora; mas não tem jeito: para quase todo o mundo esta aventura começa e termina na telinha da TV. A maioria, que contrai dívidas para ter coisas, termina tendo apenas dívidas para pagar suas dívidas que geram novas dívidas, e acaba consumindo fantasias que, às vezes, materializa cometendo delitos. O direito ao desperdício, privilégio de poucos, afirma ser a liberdade de todos.

Dize-me quanto consomes e te direi quanto vales. Esta civilização não deixa as flores dormirem, nem as galinhas, nem as pessoas. Nas estufas, as flores estão expostas à luz contínua, para fazer com que cresçam mais rapidamente. Nas fábricas de ovos, a noite também está proibida para as galinhas. E as pessoas estão condenadas à insônia, pela ansiedade de comprar e pela angústia de pagar. Este modo de vida não é muito bom para as pessoas, mas é muito bom para a indústria farmacêutica. Os EUA consomem metade dos calmantes, ansiolíticos e demais drogas químicas que são vendidas legalmente no mundo; e mais da metade das drogas proibidas que são vendidas ilegalmente, o que não é uma coisinha à-toa quando se leva em conta que os EUA contam com apenas cinco por cento da população mundial.

«Gente infeliz, essa que vive se comparando», lamenta uma mulher no bairro de Buceo, em Montevidéu. A dor de já não ser, que outrora cantava o tango, deu lugar à vergonha de não ter. Um homem pobre é um pobre homem. «Quando não tens nada, pensas que não vales nada», diz um rapaz no bairro Villa Fiorito, em Buenos Aires. E outro confirma, na cidade dominicana de San Francisco de Macorís: «Meus irmãos trabalham para as marcas. Vivem comprando etiquetas, e vivem suando feito loucos para pagar as prestações».

Invisível violência do mercado: a diversidade é inimiga da rentabilidade, e a uniformidade é que manda. A produção em série, em escala gigantesca, impõe em todas partes suas pautas obrigatórias de consumo. Esta ditadura da uniformização obrigatória é mais devastadora do que qualquer ditadura do partido único: impõe, no mundo inteiro, um modo de vida que reproduz seres humanos como fotocópias do consumidor exemplar.

O consumidor exemplar é o homem quieto. Esta civilização, que confunde quantidade com qualidade, confunde gordura com boa alimentação. Segundo a revista científica The Lancet, na última década a «obesidade mórbida» aumentou quase 30% entre a
população jovem dos países mais desenvolvidos. Entre as crianças norte-americanas, a obesidade aumentou 40% nos últimos dezesseis anos, segundo pesquisa recente do Centro de Ciências da Saúde da Universidade do Colorado. O país que inventou as comidas e bebidas light, os diet food e os alimentos fat free, tem a maior quantidade de gordos do mundo. O consumidor exemplar desce do carro só para trabalhar e para assistir televisão. Sentado na frente da telinha, passa quatro horas por dia devorando comida plástica.

Vence o lixo fantasiado de comida: essa indústria está conquistando os paladares do mundo e está demolindo as tradições da cozinha local. Os costumes do bom comer, que vêm de longe, contam, em alguns países, milhares de anos de refinamento e diversidade e constituem um patrimônio coletivo que, de algum modo, está nos fogões de todos e não apenas na mesa dos ricos. Essas tradições, esses sinais de identidade cultural, essas festas da vida, estão sendo esmagadas, de modo fulminante, pela imposição do saber químico e único: a globalização do hambúrguer, a ditadura do fast food. A plastificação da comida em escala mundial, obra do McDonald´s, do Burger King e de outras fábricas, viola com sucesso o direito à autodeterminação da cozinha: direito sagrado, porque na boca a alma tem uma das suas portas.

A Copa do Mundo de futebol de 1998 confirmou para nós, entre outras coisas, que o cartão MasterCard tonifica os músculos, que a Coca-Cola proporciona eterna juventude e que o cardápio do McDonald´s não pode faltar na barriga de um bom atleta. O imenso exército do McDonald´s dispara hambúrgueres nas bocas das crianças e dos adultos no planeta inteiro. O duplo arco dessa M serviu como estandarte, durante a recente conquista dos países do Leste Europeu.

As filas na frente do McDonald´s de Moscou, inaugurado em 1990 com bandas e fanfarras, simbolizaram a vitória do Ocidente com tanta eloqüência quanto a queda do Muro de Berlim. Um sinal dos tempos: essa empresa, que encarna as virtudes do mundo livre, nega aos seus empregados a liberdade de filiar-se a qualquer sindicato. O McDonald´s viola, assim, um direito legalmente consagrado nos muitos países onde opera. Em 1997, alguns trabalhadores, membros disso que a empresa chama de Macfamília, tentaram sindicalizar-se em um restaurante de Montreal, no Canadá: o restaurante fechou. Mas, em 98, outros empregados do McDonald´s, em uma pequena cidade próxima a Vancouver, conseguiram essa conquista, digna do Guinness.

As massas consumidoras recebem ordens em um idioma universal: a publicidade conseguiu aquilo que o esperanto quis e não pôde.

Qualquer um entende, em qualquer lugar, as mensagens que a televisão transmite. No último quarto de século, os gastos em propaganda dobraram no mundo todo. Graças a isso, as crianças pobres bebem cada vez mais Coca-Cola e cada vez menos leite e o tempo de lazer vai se tornando tempo de consumo obrigatório. Tempo livre, tempo prisioneiro: as casas muito pobres não têm cama, mas têm televisão, e a televisão está com a palavra. Comprado em prestações, esse animalzinho é uma prova da vocação democrática do progresso: não escuta ninguém, mas fala para todos.

Pobres e ricos conhecem, assim, as qualidades dos automóveis do último modelo, e pobres e ricos ficam sabendo das vantajosas taxas de juros que tal ou qual banco oferece. Os especialistas sabem transformar as mercadorias em mágicos conjuntos contra a solidão. As coisas possuem atributos humanos: acariciam, fazem companhia, compreendem, ajudam, o perfume te beija e o carro é o amigo que nunca falha. A cultura do consumo fez da solidão o mais lucrativo dos mercados.

Os buracos no peito são preenchidos enchendo-os de coisas, ou sonhando com fazer isso. E as coisas não só podem abraçar: elas também podem ser símbolos de ascensão social, salvo-condutos para atravessar as alfândegas da sociedade de classes, chaves que abrem as portas proibidas. Quanto mais exclusivas, melhor: as coisas escolhem você e salvam você do anonimato das multidões. A publicidade não informa sobre o produto que vende, ou faz isso muito raramente. Isso é o que menos importa. Sua função primordial consiste em compensar frustrações e alimentar fantasias. Comprando este creme de barbear, você quer se transformar em quem?

O criminologista Anthony Platt observou que os delitos das ruas não são fruto somente da extrema pobreza. Também são fruto da ética individualista. A obsessão social pelo sucesso, diz Platt, incide decisivamente sobre a apropriação ilegal das coisas. Eu sempre ouvi dizer que o dinheiro não trás felicidade; mas qualquer pobre que assista televisão tem motivos de sobra para acreditar que o dinheiro trás algo tão parecido que a diferença é assunto para especialistas.

Segundo o historiador Eric Hobsbawm, o século XX marcou o fim de sete mil anos de vida humana centrada na agricultura, desde que apareceram os primeiros cultivos, no final do paleolítico. A população mundial torna-se urbana, os camponeses tornam-se cidadãos. Na América Latina temos campos sem ninguém e enormes formigueiros urbanos: as maiores cidades do mundo, e as mais injustas. Expulsos pela agricultura moderna de exportação e pela erosão das suas terras, os camponeses invadem os subúrbios. Eles acreditam que Deus está em todas partes, mas por experiência própria sabem que atende nos grandes centros urbanos.

As cidades prometem trabalho, prosperidade, um futuro para os filhos. Nos campos, os esperadores olham a vida passar, e morrem bocejando; nas cidades, a vida acontece e chama. Amontoados em cortiços, a primeira coisa que os recém chegados descobrem é que o trabalho falta e os braços sobram, que nada é de graça e que os artigos de luxo mais caros são o ar e o silêncio.

Enquanto o século XIV nascia, o padre Giordano da Rivalto pronunciou, em Florença, um elogio das cidades. Disse que as cidades cresciam «porque as pessoas sentem gosto em juntar-se». Juntar-se, encontrar-se. Mas, quem encontra com quem? A esperança encontra-se com a realidade? O desejo, encontra-se com o mundo? E as pessoas, encontram-se com as pessoas?Se as relações humanas foram reduzidas a relações entre coisas, quanta gente encontra-se com as coisas?

O mundo inteiro tende a transformar-se em uma grande tela de televisão, na qual as coisas se olham mas não se tocam. As mercadorias em oferta invadem e privatizam os espaços públicos.

Os terminais de ônibus e as estações de trens, que até pouco tempo atrás eram espaços de encontro entre pessoas, estão se transformando, agora, em espaços de exibição comercial. O shopping center, o centro comercial, vitrine de todas as vitrines, impõe sua presença esmagadora. As multidões concorrem, em peregrinação, a esse templo maior das missas do consumo. A maioria dos devotos contempla, em êxtase, as coisas que seus bolsos não podem pagar, enquanto a minoria compradora é submetida ao bombardeio da oferta incessante e extenuante. A multidão, que sobe e desce pelas escadas mecânicas, viaja pelo mundo: os manequins vestem como em Milão ou Paris e as máquinas soam como em Chicago; e para ver e ouvir não é preciso pagar passagem. Os turistas vindos das cidades do interior, ou das cidades que ainda não mereceram estas benesses da felicidade moderna, posam para a foto, aos pés das marcas internacionais mais famosas, tal e como antes posavam aos pés da estátua do prócer na praça.

Beatriz Solano observou que os habitantes dos bairros suburbanos vão ao center, ao shopping center, como antes iam até o centro. O tradicional passeio do fim-de-semana até o centro da cidade tende a ser substituído pela excursão até esses centros urbanos. De banho tomado, arrumados e penteados, vestidos com suas melhores galas, os visitantes vêm para uma festa à qual não foram convidados, mas podem olhar tudo. Famílias inteiras empreendem a viagem na cápsula espacial que percorre o universo do consumo, onde a estética do mercado desenhou uma paisagem alucinante de modelos, marcas e etiquetas.

A cultura do consumo, cultura do efêmero, condena tudo à descartabilidade midiática. Tudo muda no ritmo vertiginoso da moda, colocada à serviço da necessidade de vender. As coisas envelhecem num piscar de olhos, para serem substituídas por outras coisas de vida fugaz. Hoje, quando o único que permanece é a insegurança, as mercadorias, fabricadas para não durar, são tão voláteis quanto o capital que as financia e o trabalho que as gera. O dinheiro voa na velocidade da luz: ontem estava lá, hoje está aqui, amanhã quem sabe onde, e todo trabalhador é um desempregado em potencial.

Paradoxalmente, os shoppings centers, reinos da fugacidade, oferecem a mais bem-sucedida ilusão de segurança. Eles resistem fora do tempo, sem idade e sem raiz, sem noite e sem dia e sem memória, e existem fora do espaço, além das turbulências da perigosa realidade do mundo.

Os donos do mundo usam o mundo como se fosse descartável: uma mercadoria de vida efêmera, que se esgota assim como se esgotam, pouco depois de nascer, as imagens disparadas pela metralhadora da televisão e as modas e os ídolos que a publicidade lança, sem pausa, no mercado. Mas, para qual outro mundo vamos nos mudar? Estamos todos obrigados a acreditar na historinha de que Deus vendeu o planeta para umas poucas empresas porque, estando de mau humor, decidiu privatizar o universo? A sociedade de consumo é uma armadilha para pegar bobos.

Aqueles que comandam o jogo fazem de conta que não sabem disso, mas qualquer um que tenha olhos na cara pode ver que a grande maioria das pessoas consome pouco, pouquinho e nada, necessariamente, para garantir a existência da pouca natureza que nos resta. A injustiça social não é um erro por corrigir, nem um defeito por superar: é uma necessidade essencial. Não existe natureza capaz de alimentar um shopping center do tamanho do planeta.

Tradução: Verso Tradutores
Fonte: Agência Carta Maior


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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Aprenda a bloquear o seu celular! Truque ante-roubo/perda! Se você pedê-lo ou for assaltado ninguém poderá usar o seu celular!

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Com a venda do "Chip", o interesse dos ladrões por aparelhos celulares aumentou. Ficou simples para eles: é só comprar um novo chip por um preço médio de R$ 20,00 em uma loja ou operadora e instalar no aparelho roubado. Com isso, generalizou-se o roubo e furto de aparelhos celulares.
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terça-feira, 10 de junho de 2008

Site pronto para politicos, igrejas, clubes, profissionais liberais, ONGs, lojas, representantes, centros espíritas, sindicatos

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A História da .WS

Antes de você iniciar um negócio – qualquer negócio – é necessário que os clientes possam encontrá-lo. Na Internet, seu endereço é o seu domínio: a parte do endereço que vem após o www. Com o crescimento sem paralelo da Internet, os domínios .com continuam vendendo como bolinhos. Atualmente existem mais de 20 milhões de domínios .com e mais de 34 milhões de domínios registrados ao redor do mundo. Especialistas do setor prevêem que mais de 500 milhões de domínios serão registrados nos próximos 10 anos. De fato, fontes confiáveis de companhias como a Intel prevêem que no futuro cada computador pessoal terá seu próprio domínio.

Em 1998, a febre .com estava começando a tomar proporções inacreditáveis. Muitas empresas de Internet surgiram no Vale do Silício e outros lugares. Aquelas que não entraram na histeria eram vistas como se estivessem deixando passar a oportunidade. Entretanto, enquanto a maioria das pessoas estava focadas em coisas como conteúdo, banners publicitários e tráfego, Michael Reed e Alan Ezeir, o CEO e o Presidente da Global Domains International (GDI), vislumbraram outra oportunidade que estava sendo ignorada. Eles imaginaram: “Além dos domínios .com existem outras extensões que empresas poderiam usar como domínio?”

Mike Alan tomaram conhecimento que em meados dos anos 90, a entidade responsável pela definição das extensões de domínios da Internet (IANA – Internet Assigned Numbers Authority) havia definido uma extensão (código) para uso de cada país. Estes códigos foram designados para permitir que cada país tivesse um endereço para seu próprio uso. Por exemplo: para os Estados Unidos foi designado o código .us; Austrália .au; Brasil .br. “Nós sabíamos que um código de país bom e fácil de lembrar poderia ser vendido mundialmente como uma alternativa viável para o .com,” disse Alan. “Então,” Mike adicionou, “nós pedimos pizza, nos trancamos em uma sala e nos debruçamos sobre a lista de códigos de países procurando pelo melhor código possível.”

Eles resolveram focar na extensão .WS – que pertence a pequena ilha de Samoa, no Sul do Pacífico. “Nós acreditamos que o código .WS poderia ser promovida mundialmente como a abreviação da palavra WebSite, “disse Mike. “Havia outras poucas opções viáveis, mas depois de pesquisarmos persistentemente, descobrimos que os referidos países já estavam usando seus domínios localmente e não estavam interessados em se tornar uma entidade mundial de registro de domínios. Com uma população de 200 mil habitantes, Samoa ainda não tinha usado seu domínio em grande escala. Além disso, nenhum outro domínio se comparava ao código .WS do ponto de vista do Marketing, pois ele seria considerado uma abreviação da palavra WebSite. Além do mais, “Exclamou alegremente Mike, “qualquer pessoa no mundo livre sabe o que é um website!”

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